terça-feira, 30 de setembro de 2008

A REVANCHE da lingua portuguesa - Humor II

Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?

O candidato responde:
- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos, etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.

De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. demanda, requer ou merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando (hic), seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direto (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à p.. que o pariu!!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Humor I

Observe as cenas abaixo. Qual a leitura que podemos fazer dos quadros?


Feira do Livro - Parte II


Na visita que fizemos à Feira do Livro de Brasília na 5ª feira dia 04/09, fiquei sabendo do Café Literário e a Tarde de Autógrafos com o escritor infantil Ziraldo - pai do Menino Maluquinho.
Eu não poderia perder aquele momento e nem tampouco meus filhos.
Voltei correndo em casa e fui buscá-los. Às 14:45 já estávamos esperando pelo escritor. Com livros e câmera fotográfica nas mãos, lógico.
Foi mágico... Por alguns instantes voltei a ser criança e acompanhei de perto a entrevista que ele concedeu às crianças que o cercavam. (Crianças de todas as idades)
Uma frase me marcou. Ao ser perguntado sobre em quem ele se inspirou para escrever o livro Menino Maluquinho, ele disse: "Todo adulto feliz foi um dia um menino maluquinho."
Muito Bom!!!

Feira do Livro - Parte I


A Feira do Livro de Brasília homenageou este ano o escritor Thiago de Mello. Fiquei curiosa por saber: Quem é Thiago de Mello?
Pesquisei, é claro. Thiago, na verdade: Amadeu Thiago de Mello, nasceu em 30 de março de 1926 na cidade de Barreirinha no coração do Amazonas. Autor muito conhecido e respeitado por lá, justamente por difundir a obra regional. Ele é conhecido mundialmente por sua luta pelos direitos humanos, pela ecologia e pela paz.

A Feira do Livro fez uma excelente escolha em homenageá-lo. Afinal, lendo as obras e poesias do autor a gente percebe que mais que um escritor ele é a voz das plantas e dos animais.