quarta-feira, 1 de outubro de 2008

O manejo da palavra na leitura e na escrita


"Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entanto lutamos
mal rompe a manhã." (Carlos Drummond de Andrade)

Com estas palavras e com a narração de um belo conto o professor João Bosco, estudioso em lingüística, deu início à Palestra/bate-papo com as escritoras Margarida Patriota e Lucília Garcez.
O encontro foi maravilhoso. As professoras/escritoras puderam contar um pouco de suas vidas, de suas obras, de seus manejos com a palavra.
A atividade iniciou com atraso e contou com a presença de poucos ouvintes.
Mas isso não diminuiu a grandeza do encontro. Elas discorreram sobre assuntos interessantes a nós, professores de língua portuguesa.
Quem não viu, perdeu.
Abraços.

Humor III

O estudo que fizemos das Piadas e textos humorísticos nos mostrou que para entendê-los é necessário domínio lingüístico, que de alguma forma é complexo. As piadas associam diferentes mecanismos lingüísticos: ativamento de conhecimento prévio, nível fonológico, lexical, morfológico, sintático e semântico. Ao analisar o texto humorístico cabe explicar "como" e não o "porquê" do humor. Quais os recursos utilizados pelos humorista para causar o riso.
"Se o leitor/ouvinte não 'sacar' uma piada, isso se deve a uma certa quantidade de conhecimento não partilhado entre o falante e o ouvinte. (...) O texto não traz em si o sentido; ele é, sobretudo, a condição básica para que o leitor/ouvinte construa significado." (Eliana Borges, Sônia Freitas)

terça-feira, 30 de setembro de 2008

A REVANCHE da lingua portuguesa - Humor II

Um político que estava em plena campanha chegou a uma cidadezinha, subiu em um caixote e começou seu discurso:
- Compatriotas, companheiros, amigos! Nos encontramos aqui convocados, reunidos ou ajuntados para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é minha postulação, aspiração ou candidatura à Prefeitura deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Escute aqui, por que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?

O candidato responde:
- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos, etc. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado ali jogado na esquina.

De imediato, o bêbado se levanta cambaleando e responde:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O fato, circunstância ou razão de que me encontre (hic) em um estado etílico, bêbado ou mamado (hic) não implica, significa, ou quer dizer que meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou ralé mesmo (hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. demanda, requer ou merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando (hic), seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direto (hic) à leviana da sua genitora, à mundana de sua mãe biológica ou à p.. que o pariu!!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Humor I

Observe as cenas abaixo. Qual a leitura que podemos fazer dos quadros?


Feira do Livro - Parte II


Na visita que fizemos à Feira do Livro de Brasília na 5ª feira dia 04/09, fiquei sabendo do Café Literário e a Tarde de Autógrafos com o escritor infantil Ziraldo - pai do Menino Maluquinho.
Eu não poderia perder aquele momento e nem tampouco meus filhos.
Voltei correndo em casa e fui buscá-los. Às 14:45 já estávamos esperando pelo escritor. Com livros e câmera fotográfica nas mãos, lógico.
Foi mágico... Por alguns instantes voltei a ser criança e acompanhei de perto a entrevista que ele concedeu às crianças que o cercavam. (Crianças de todas as idades)
Uma frase me marcou. Ao ser perguntado sobre em quem ele se inspirou para escrever o livro Menino Maluquinho, ele disse: "Todo adulto feliz foi um dia um menino maluquinho."
Muito Bom!!!

Feira do Livro - Parte I


A Feira do Livro de Brasília homenageou este ano o escritor Thiago de Mello. Fiquei curiosa por saber: Quem é Thiago de Mello?
Pesquisei, é claro. Thiago, na verdade: Amadeu Thiago de Mello, nasceu em 30 de março de 1926 na cidade de Barreirinha no coração do Amazonas. Autor muito conhecido e respeitado por lá, justamente por difundir a obra regional. Ele é conhecido mundialmente por sua luta pelos direitos humanos, pela ecologia e pela paz.

A Feira do Livro fez uma excelente escolha em homenageá-lo. Afinal, lendo as obras e poesias do autor a gente percebe que mais que um escritor ele é a voz das plantas e dos animais.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Um show de aula



Hoje passeamos pelos blogs dos colegas da turma. Foi interessante ver a diversidade e a "cara" de cada um nos blogs. Cada um tem uma particularidade da pessoa. Numa dessas viagens, vimos um vídeo do colega Leones. Logo em seguida nosso tutor nos mostrou esse vídeo aí. Olha só que interessante! Nos faz refletir sobre nosso dia-a-dia como professor. Apreciem!